Nem o calor de 32 graus, nesta  segunda-feira em São Paulo, conseguiu evitar que dependentes engolissem a fumaça fervendo do cigarro, da maconha ou do crack. Fumaça que arrebenta o osso ao redor do dente. O Instituto Nacional de Câncer tem alertado: “ Quem fuma cigarro ou no narguilé, ou utiliza outros produtos derivados do tabaco, como cigarro de palha, de Bali, de cravo ou kreteks, fumo de rolo, tabaco mascado, charutos e cachimbos tem risco muito maior de desenvolver câncer de boca e de faringe.” Agora, o alerta vem da Associação Dental Americana:: “A alta temperatura intraoral causada pelo consumo de maconha pode causar alterações nos tecidos orais e ruptura celular, além de aumento dramático de cárie.” Alertas que a cirurgiã-dentista Sandra Crivello já repetia nas palestras da campanha contra as drogas para adolescentes e famílias, que coordenei durante 12 anos , pela Jovem Pan, em 700 escolas públicas e particulares do Estado de São Paulo.

Já o crack, bem quando  está nesse estágio da  dependência, limpeza do corpo e escovar dentes são ignorados porque a necessidade é uma só: fumar o  crack até  40 vezes por dia.

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